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O Caminho do São Francisco está sendo construído
por aventureiros e poetas. A eles se juntaram pesquisadores,
canoístas, espeleólogos, pescadores, músicos,
jornalistas, religiosos, educadores, escritores, artistas e
ambientalistas de toda ordem. Enfim, por todos aqueles que se
preocupam com o rio da unidade nacional. Mas principalmente
por poetas e aventureiros. Eles o percorrem em diferentes barcos
como caiaques, canoas e barcos de maior porte. E até
mesmo a pé, como fez o bispo dom Luiz Flavio Cappio,
de 1992 a 1993. Outros preferem a bicicleta. Cavalgadas são
feitas nas sub-bacias mineiras desde as cabeceiras.
Antes de tudo, o caminho visa implantar uma rota ecoturística
fluvial desde as cabeceiras do rio São Francisco até
a foz no oceano Atlântico. Sua extensão total da
nascente histórica na serra da Canastra ao oceano é
de 2.814km, e desde as vertentes do rio Samburá, a nascente
geográfica ou verdadeira, é de 2.863km. (LEIA MAIS)
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